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"Foi uma aproximação de toda comunidade e de bairros vizinhos.", afirma Allan Roberto, sobre a Primeira Copa Nove de Julho




Equipes do 100% Nove de Julho e Almeida postadas juntas para a foto antes da final

A primeira edição da Copa Nove de Julho foi realmente marcante e por isso entrou para a história de toda a comunidade da Vila Nove de Julho e também dos moradores dos bairros adjacentes.

Allan Roberto, idealizador da competição, falou sobre o surgimento da ideia de realizar um campeonato de tamanha magnitude e de uma importância singular para os moradores daquela região:

“O campeonato surgiu pela carência da comunidade em ter um esporte para praticar. A nossa comunidade é apaixonada pelo futebol. Aqui nós já temos os times do Comercial, do 100% Nove de Julho, temos também o Meninos da Vila, o Fênix e o Jaraguá. A gente é uma comunidade que gosta de futebol. E por ser carente, o único divertimento é este esporte. Então eu vi ao final dessa Copa que foi proveitoso, foi bonito, foi brigado, foi suado e por isso estou satisfeito.”

Allan também fala sobre corrigir alguns erros e sobre o legado que pode deixar à futura geração do bairro:

“Todo ano tem que melhorar. O que nós erramos, nós corrigiremos. Mas o melhor de tudo é você ver a comunidade participando ativamente. Você ver as famílias, as crianças no campo correndo, se espelhando nos meninos que jogam bola para futuramente correrem atrás do futebol e não se perderem no caminho que não deve. Para mim o gratificante é isso aí, é ver toda a comunidade unida.”

Ele também salienta e acredita que a criação deste torneio foi fundamental para aproximar os moradores da região do Nove de Julho:

“Foi uma aproximação da comunidade. A gente conseguiu se aproximar, aproximar todos esses bairros vizinhos. Conseguimos fazer algo para nos unirmos ao fazermos algo para todos.”

Sobre os finalistas, Allan salienta a força dos times do 100% Nove de Julho e do Almeida e não deixa de parabenizar ao jogador Deivid, artilheiro da competição com dez gols jogando pelo time do Só Alegria:

“O 100% Nove de Julho liderou o campeonato inteiro, e o futebol é aquele esporte que mostra que nem sempre aquele que lidera ganha no final. Eles tiveram essa molecada que é especial por ser daqui da vila. Eeles vão amadurecer para o ano que vem, estarão mais preparados para lutar, para guerrear e irão acertar os erros que tiveram aqui. Já o Almeida, eu acho que jogou com o regulamento. Ele jogou com vontade, com garra e foi o grande campeão, o devido merecedor. E o Deivid, o menino que foi o artilheiro, está de parabéns, porque o time dele começou desacreditado e quase se classificaram para a próxima fase. Ele foi um dos protagonistas. Merece ganhar esse troféu pela capacidade que teve e por sua evolução.”, conclui.

O torneio chegou ao final após a realização de 31 jogos e com 174 gols marcados (média de quase seis por partida). Deivid, do Só Alegria, foi o artilheiro com dez gols e Luizinho, do 100% Nove de Julho, foi o vice com com nove; ao lado de Daniel Cesario, do Pequi.

Um campeonato que vai deixar saudades até o apito inicial da sua próxima partida, em 2017.

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