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quinta-feira, 26 de julho de 2018

Jogadoras retornam da Seleção Brasileira para treinos do SESI Vôlei Bauru

Por Juliano Gomes
Ponteira Gabi Cândido durante treino da equipe no Ginásio Panela de Pressão
Foto: Marcelo Ferrazoli / SESI Vôlei Bauru

Defendendo a Seleção Brasileiras, três atleas da equipe bauruense se juntam ao elenco para sequência dos treinamentos. Categoria de base disputará Copa.


Depois da disputa da Copa Pan-Americana na República Dominicana, onde o Brasil garantiu vaga para o Pan-Americano de 2019 no Peru, as Ponteiras Gabi Cândido e Edinara e a líbero Tássia se apresentaram à equipe na última segunda-feira juntando-se as demais atletas para dar sequência aos treinos da equipe que se prepara para a temporada 2018/2019 do voleibol.

Com a cegada das três atletas, o elenco está quase completo e conta com a presença das levantadores Fabíola, Naiane e Iarla, as centrais Valquíria, Andressa Picussa, Saraelen e Lara, as ponteiras Palácio, Flávia, Glayce, Kimberlly e Vanessa Janke, as líberos Arlene e Júlia e a oposta Tifanny. O grupo estará fechado somente quando a oposta italiana Valentina Diouf  se apresentar, o que deverá acontecer em meados do mês de agosto.

O técnico Anderson Rodrigues celebra o fato de contar com mais opções no elenco. “Agora com o elenco quase completo é mais fácil de trabalhar e montar a cara do time e fazer coisas mais específicas. A chegada delas também ajuda bastante o grupo em termos de volume e vamos encaixando conforme elas forem se adaptando ao estilo de jogo e estrutura e posicionamento de defesa. Assim o conjunto fica cada dia melhor”, considera o treinador.

Copa Cidade Maravilhosa

As equipes infantil e Infanto do SESI Vôlei Bauru viajaram na tarde da última quarta-feira para o Rio de Janeiro onde disputarão a Copa Cidade Maravilhosa no estado carioca. Com Jogadoras nascidas nos anos de 20012002 (Infanto) e 2003/2004 (Infantil) as meninas bauruenses estão no grupo B de cada categoria.

No Infanto, a equipe bauruense está ao lado do Flamengo e Fluminense e se enfrentarão dentro do grupo com as duas primeiras equipes avançado de fase para encarar em chaveamento cruzado, com a primeira do grupo A contra a segunda do grupo B e primeira do grupo B enfrentando a segunda do grupo A. O grupo A da competição é composto por Botafogo, Tijuca Tênis Clube, Grajaú Tênis Clube e Clube dos Funcionários da CSN. No Infantil, as bauruenses estão ao lado do Tijuca Tênis Clube, Botafogo e Minas Tênis Naútico e a exemplo da outra categoria, jogarão dentro do grupo, avançando as duas primeiras de cada chave, com a primeira do grupo A enfrentando a segunda do grupo B e a primeira do grupo B enfrentando a segunda do A.

Em ambas as categorias os jogos serão disputados em dois sets de 25 pontos e, caso necessário, para desempate haverá um terceiro set com 15 pontos. Todos os jogos finais (disputa de 1º e 2º lugares), serão disputados no sistema de três sets e em todas as categorias as disputas de 3º e 4º lugares serão jogadas no sistema de até dois sets.

“Teremos oportunidade de conhecer outras culturas do voleibol, pois mesmo dentro do Brasil há diferenciações nos trabalhos de Estado para Estado. Outro fato interessante é que lá (no Rio de Janeiro) eles já obedecem aos números pares de categorias, que são a sub-16, sub-18 e sub-20, e ano que vem São Paulo adotará essa mesma denominação de categorias. Já é uma experiência para nós, pois nossa categoria sub-17 foi dividida em duas, metade indo para o sub-18 e metade na sub-16, e a equipe sub-19 também. Assim, já dá para vislumbrar o que teremos para iniciarmos o próximo ano, o que é de grande importância”, destaca o técnico José Izar ao analisar a participação no torneio.

Já o técnico da equipe infanto considera que a Copa Cidade Maravilhosa será boa oportunidade para as atletas ganharem mais experiência. “É importante para darmos um pouco mais de rodagem para elas, mesclando um pouco o grupo e vendo uma possível formação para a próxima temporada. Além disso, jogaremos com escolas diferentes, pois as cariocas têm um estilo muito peculiar, pois erram pouco, largam muito e tem muita facilidade em usar o bloqueio”, avalia Rodolfo Henrique Ferreira.

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