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ABDA destaca trabalho de educadores sociais dos projetos

ABDA

Objetivo é incentivar a atuação dos profissionais no desenvolvimento das crianças atendidas pelo Projeto Futuro
Foto: Divulgação

Você sabia que dentro do sonho da Associação Bauruense de Desportes Aquáticos (ABDA) de transformar a realidade de crianças, adolescentes e suas famílias, uma figura tem papel fundamental? Trata-se do educador social.

Essas pessoas são muito importantes no desenvolvimento do trabalho da ABDA, em tornar esse sonho uma realidade, pois são elas que trazem e orientam as crianças dos diversos projetos sociais atendidos pela associação.

Para incentivar ainda mais a atuação já muito ativa desses profissionais, a ABDA decidiu ressaltar, periodicamente, os educadores sociais que mais se destacaram no período. Os critérios para escolha dos nomes envolvem frequência das crianças, atenção do educador com elas, motivação, criatividade e participação nos eventos.

Paula Fernanda Rodrigues da Silva Rossini é educadora social do projeto Casa da Criança
Foto: Divulgação
Atualmente, frequentam a ABDA aproximadamente 1.000 crianças dos seguintes projetos sociais: Acaê Alfa (atletismo), Acaê Beta (atletismo), Canã (piscina da ADPM/Geisel), Casa da Criança (piscina da Hípica), Casa do Garoto (atletismo), Ceac Jardim Ferraz (Hípica), Cevac (ADPM/Geisel), Cite Fundato (atletismo), Hahaha (atletismo), José Romão (atletismo), Lar Caetano (da Hípica), Lar Flora (Hípica), Maria Chaparro (atletismo), Poc (Hípica/atletismo) e Seara de Luz (ADPM/Geisel).

Os primeiros educadores destaques são: Paula Fernanda Rodrigues da Silva Rossini, da Casa da Criança; Yuri Gabriel Silva, do Canã; Josefa dos Santos Oliveira, do Acaê Beta; e Carolina de Oliveira da Silva, do Ceac Jardim Ferraz. Todos abnegados profissionais cuja atuação faz diferença no dia a dia das crianças.

Carolina de Oliveira da Silva é educadora social do projeto Ceac Jardim Ferraz
Foto: Divulgação

Papel importante – O trabalho de um educador social é conhecer, entender e aprender os contextos de determinados locais. Além de estabelecer relações e apoiar no trabalho de acolhimento, escuta e orientação para pessoas em situação de vulnerabilidade.

Por isso, um dos papéis mais importantes desse profissional é ser um mobilizador, fomentando os trabalhos voltados para o desenvolvimento dos atendidos pelo projeto social e proporcionando uma melhor educação em todas as esferas de vida.

Yuri Gabriel Silva é educador social do projeto Canaã
Foto: Divulgação

Exemplos – Ao longo da história da ABDA Projeto Futuro, que teve início em 2010, muitas crianças chegaram por meio dos projetos sociais. Aqui, com apoio dos educadores sociais, elas brincaram, desenvolveram disciplina, aprenderam um esporte, estudaram e viram suas vidas serem transformadas, surgindo novas perspectivas de futuro.

Entre as muitas histórias de vida, estão atletas que se destacaram, fizeram diversas viagens, inclusive internacionais, pela ABDA e conquistaram bolsas de estudo, de colégio e até faculdade. Muitos já foram convocados para compor seleção brasileira em suas modalidades.

Josefa dos Santos Oliveira é educadora social do projeto Acaê Beta
Foto: Divulgação

Atletas da ABDA chegaram por projetos e já foram até convocados para seleção brasileira:

Letícia Gomes dos Santos Belório (polo aquático), iniciou na ABDA com o projeto Casa da Criança com 11 anos, hoje tem 18.

Murilo Henrique Moreira de Souza (polo aquático), iniciou na ABDA com o projeto Casa da Criança com 10 anos, hoje tem 17.

Ana Julia Ferreira Batista (polo aquático), iniciou na ABDA com o projeto Casa da Criança com 10 anos, hoje tem 17.

Victoria Brison Silva (polo aquático), iniciou na ABDA com o projeto Casa da Criança com 11 anos, hoje tem 17.

Nicole Ferreira de Jesus (polo aquático), iniciou na ABDA com o projeto Casa da Criança com 9 anos, hoje tem 17.

Kelbia de Oliveira Rodrigues (polo aquático), iniciou na ABDA com o projeto Casa da Criança com 9 anos, hoje tem 15.

Kemily Ferreira Leão (polo aquático), iniciou na ABDA com o projeto Cevac com 11 anos, hoje tem 19.

Felipe Henrique Gomes Lacerda (polo aquático), iniciou na ABDA com o projeto Cevac com 9 anos, hoje tem 17.

Lucas Rodrigues Borges Gomes (polo aquático), iniciou na ABDA com o projeto Cevac com 11 anos, hoje tem 17.

Patrícia Bighetti Pereira da Silva (polo aquático), iniciou na ABDA com o projeto Ceac Ferraz com 12 anos, hoje tem 18.

Isabele Andrade dos Santos (polo aquático), iniciou na ABDA com o projeto Ceac Ferraz com 10 anos, hoje tem 18.

Jeovana Fernanda Santos (atletismo), iniciou na ABDA com o projeto Poc com 12 anos, hoje tem 19.

Cleverson Pereira da Silva Júnior (atletismo), iniciou na ABDA com o projeto Acaê com 7 anos, hoje tem 20.

Diogo Pereira da Silva (atletismo), iniciou na ABDA com o projeto Acaê com 7 anos, hoje tem 15.

Evellin Ianca dos Passos (atletismo), iniciou na ABDA com o projeto Acaê com 11 anos, hoje tem 23.

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